PT-DF recepciona Marcha Nacional pelo Direito à Cidade

O Partido dos Trabalhadores do Distrito Federal (PT-DF) dedica apoio à Marcha Nacional pelo Direito à Moradia organizada por entidades populares e convoca seus militantes para a recepção às delegações no dia 5 de junho, às 6h, na Rodoferroviária de Brasília.

Da concentração na Rodoferroviária, os manifestantes saem em marca pelo Eixo Monumental, até o Ministério das Cidades, onde montarão acampamento. A jornada vai até o final da tarde do dia 7, com uma série de atividades de mobilização e de protestos durante os três dias.

A Marcha Nacional pelo Direito à Cidade é organizada por seis entidades: Central de Movimentos Populares (CMP); Confederação Nacional de Associações de Moradores (Conam); Movimento de Luta de Bairros e Favelas (MLB); Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD); Movimento Nacional de Lura por Moradia (MNLM); e União Nacional por Moradia Popular (UNMP).

A secretária de Mobilização do PT-DF e integrante da coordenação da Central de Movimentos Popular no DF, Cristiane dos Santos, ressalta a importância da mobilização dos militantes partidários e dos ativistas locais dos movimentos populares para a recepção às delegações e para a marcha da manhã do dia 5, assim como para todas as demais atividades que acontecerão até o dia 7.

“Na quarta-feira, dia 6, participaremos do ato Lula Livre, em frente ao STF, às 17, para um grande protesto contra a injustiça que representa a prisão do ex-presidente Lula e contra o golpe à democracia em nosso país”, informa Cristiane.

A convocação da militância do PT e dos ativistas dos movimentos sociais é reforçada por Juscelino Lopo, coordenador nacional do Setorial Comunitário do PT e membro da direção nacional da Conam: “Temos importante papel a cumprir durante os três dias da mobilização na capital federal e a forma mais efetiva de darmos nossa contribuição é participando de todas as atividades da marcha”.

Objetivos da marcha

Os movimentos sociais exigirão em Brasília a retomada da construção de uma política nacional de habitação; retomada dos investimentos no Minha Casa, Minha Vida para a faixa de baixa renda; retomada dos investimentos em saneamento e mobilidade; retomada imediata do Conselho Nacional das Cidades; e realização da VI Conferência Nacional das Cidades em 2018.

A marcha cobrará também a retomada de um projeto nacional de desenvolvimento; a revogação da EC 95/2016 (que congela gastos em saúde, educação e políticas sociais); a revogação da Reforma Trabalhista e da terceirização; a proteção dos serviços públicos da ameaça de privatização; e a preservação da Caixa Econômica Federal como banco público.

 

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